CONFIRA COMO FOI O “I FÓRUM DE CONSELHOS DE CULTURA DE SC”

Nos dias 11 e 12 de abril, o Conselho Estadual de Cultura (CEC) promoveu o I Fórum de Conselhos de Cultura de Santa Catarina, no SESC Cacupé, em Florianópolis. Com o objetivo de integrar os conselheiros e dar ainda mais ânimo aos gestores que assumiram há pouco, o encontro trouxe cases de Conselhos que vem se destacando na gestão pública da cultura, além de rodas de conversa sobre o atual mapa da cultura no estado e o importante papel da representatividade através dos conselhos. Com boa adesão, a organização se surpreendeu com a participação de 52 municípios do estado, de diversas regiões, unindo a pluralidade da cultura catarinense.

No primeiro dia, a abertura oficial e a apresentação do CEC foi feita pela atual presidente Roselaine Vinhas. Na sequência, o presidente da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Rodolfo Pinto da Luz, falou sobre o funcionamento da FCC e dos desafios da gestão, diante das dificuldades financeiras atuais. Além dos pontos dificultosos, da Luz trouxe boas novas ao comunicar sobre leis que estão sendo “reativadas”, como do suplemento cultural “Ô Catarina”, (baixe AQUI), que voltou a circular em março desse ano, e sobre o Plano Estadual de Cultura, que vem se arrastando há quase quatro anos e, agora, está em fase de finalização.

Roselaine Vinhas, secretária de Cultura de Chapecó e presidente do Conselho Estadual de Cultura.
Rodolfo Pinto da Luz, presidente da Fundação Catarinense de Cultura.

No cronograma do dia, ainda constou a apresentação dos Conselhos Municipais de Política Cultura (CMPC) de Florianópolis e Joinville, com informações e metas atingidas através de políticas públicas criadas através do CMPC.

Alison Fiuza, economista da FECAM

Federação Catarinense dos Municípios (FECAM) também participou trazendo importantes dados, sociais e econômicos, que transversalizavam com a cultura, munindo os presentes de informações até então desconhecidas. Finalizando, Bia Mattar, representante do colegiado de Dança no Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), versou sobre o funcionamento do CNPC e o papel dele junto aos Conselhos estaduais e municipais na busca de representatividade do setor cultural. O dia fechou com a apresentação da Orquestra da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

Orquestra da UDESC em ação

O segundo dia do encontro foi focado no funcionamento dos Conselhos e em suas estruturações. Para que os participantes pudessem ter uma visão mais ampla dos formatos de organização dos coletivos, o CMPC de Chapecó e o colegiado de cultura da Foz do Itajaí apresentaram como estão trabalhando, esclarecendo pontos e estimulando os agentes a aplicarem novas ideias em suas cidades.

 

O evento fechou com a elaboração de uma carta com objetivos e metas elencados durante o I Fórum. No documento, atividades a serem desenvolvidas pelo CEC, pela FCC e pelos conselhos municipais foram listadas, em um grande pacto pela cultura catarinense.

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Por Diego Lottin